A família de Cecília, de sete meses, relatou sobre o atendimento recebido pela bebê e pediu esclarecimentos sobre o tratamento. Segundo os familiares, a criança foi atendida três vezes em Paracatu antes de ser diagnosticada com pneumonia, bronquiolite e adenovírus.
Durante o tratamento, Cecília passou por seis intubações e extubaçãos, sofreu uma parada cardíaca e segue em avaliação por possíveis sequelas neurológicas. Atualmente, ela se alimenta por sonda.
Após ser internada em Brasília, a bebê foi transferida para um hospital particular em Uberlândia. De acordo com a família, ao chegar à unidade, foi informada de que o local não possuía estrutura para o tratamento necessário, sendo preciso aguardar atendimento pela rede pública.
Os familiares questionam como a transferência foi autorizada, se a capacidade da unidade foi verificada previamente e por que a criança não foi encaminhada diretamente a um hospital apto a prestar o atendimento. Eles afirmam possuir documentos sobre o caso e informam que registraram manifestação na Ouvidoria.
Até o momento, não há conclusão oficial que aponte erro médico, negligência ou responsabilidade de profissionais ou instituições.
Fonte: Informa Paracatu

