Na terça-feira (10/02), que se comemora o Dia Mundial do Feijão em Minas Gerais, foi constatado que Paracatu Minas Gerais foi o segundo maior produtor de feijão, produzindo mais de 618 mil toneladas
No caso da alimentação, o feijão é uma das principais fontes de proteína, ferro e fibras para a população brasileira. Ao instituir um dia, o objetivo foi promover o consumo consciente e combater a desnutrição.
Já em relação à importância econômica, em Minas Gerais, ao longo de 2024, o grão foi cultivado em 775 municípios. Entre os maiores produtores estão Unaí, com 66,3 mil toneladas, Paracatu, 61,8 mil toneladas, Guarda-Mor, com 28,8 mil toneladas, São João del Rei, 18,6 mil toneladas, e Perdizes, com a colheita de 16,7 mil toneladas de feijão.
“Minas Gerais tem grande representatividade na produção de feijão sendo o maior estado produtor da região Sudeste e o segundo maior do Brasil. A safra de feijão apresenta expectativas muito boas, com uma alta significativa. Mas, é importante ressaltar que estamos no início da safra e é preciso esperar para saber se os dados irão se conformar ou não”, explica a analista técnica do Sistema Faemg, Mariana Moreira Marotta.
Desafio para os produtores é a presença da mosca-branca, transmissora do vírus do mosaico dourado, que pode ser um potencial problema. Conforme Mariana Moreira, nas últimas safras, produtores mineiros relataram aumento da presença da praga em campo, assim, em conjunto com a CNA e a Embrapa Arroz e Feijão, a Comissão de Grãos da Faemg está buscando a implantação de mais um período de vazio sanitário nos municípios que já adotam o manejo.
Fonte: Diário do Comércio

