14 mai 17h28

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais retorna a Paracatu dia 09 de junho

Com o patrocínio da Kinross, Paracatu receberá mais uma vez a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, que ocupa um lugar de destaque entre as principais orquestras brasileiras. A apresentação é gratuita e marca a abertura da etapa Gastronômica do Festival do Patrimônio Cultural de Paracatu, no dia 9 de junho, na Praça da Matriz, às 20h30.

Nesta oportunidade, o grande público irá ouvir um repertório eclético, com compositores exponenciais da música sinfônica como Mozart, Beethoven e Dvorák, além de peças de autores brasileiros, como Nepomuceno, Fernandez e Duda. A regência é do maestro Marcos Arakaki, Regente Associado da Orquestra, com uma longa trajetória artística tanto na Filarmônica como em outras orquestras de destaque no Brasil e no exterior. Entrada gratuita.

A Filarmônica também preparara outra apresentação de cunho didático, para alunos da escola pública. A seleção para esse concerto didático foi feita pela Prefeitura Municipal de Paracatu e pela Superintendência Regional de Ensino.

As turnês estaduais fazem parte das iniciativas da Filarmônica para ampliar o acesso à música sinfônica e formar novos públicos para essa arte. Desde sua criação, em 2008, a Orquestra realiza regularmente concertos gratuitos e apresentações didáticas. O maestro Marcos Arakaki lembra que a visita anterior da Filarmônica a Paracatu, em 2017, foi um sucesso. “É um grande prazer para a Filarmônica de Minas Gerais rever esse público que nos recebeu tão bem e apresentar um belo programa que conta a história da música clássica desde 1700 até os nossos dias. Vamos passar por diversos períodos e conhecer os instrumentos que formam uma orquestra”, conta Arakaki.

Os dois concertos são apresentados pelo Ministério da Cidadania, Governo de Minas Gerais e Kinross Paracatu por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e contam com o apoio da Secretaria de Cultura e Prefeitura de Paracatu.

O maestro Marcos Arakaki

Marcos Arakaki teve seu talento reconhecido a partir de 2001, quando venceu o I Concurso Nacional Eleazar de Carvalho para Jovens Regentes, promovido pela Orquestra Petrobras Sinfônica. Desde então, tem dirigido as principais orquestras brasileiras, além da Filarmônica de Buenos Aires, de Karkhiv na Ucrânia, a Boshlav Martinu na República Tcheca, a Sinfônica de Xalapa e da Universidade Autônoma do México. Concluiu bacharelado em Música pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e mestrado em Regência Orquestral pela University of Massachusetts. No Aspen Music Festival and School, Estados Unidos, recebeu orientações de David Zinman, Kurt Masur, Charles Dutoit e Sir Neville Marriner. Atuou como regente titular da Orquestra Sinfônica da Paraíba e assistente da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB). Como regente titular, promoveu uma elogiada reestruturação na Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem. Recebeu o Prêmio Camargo Guarnieri, concedido pelo Festival Internacional de Campos do Jordão, e gravou com a OSB a trilha do filme 
Nosso Lar, composta por Philip Glass.

Arakaki tem acompanhado importantes artistas, tais como Gabriela Montero, Sergio Tiempo, Anna Vinnitiskaya, Sofya Gulyak, Ricardo Castro, Pinchas Zukerman, Rachel Barton Pine, Chloë Hanslip, Luíz Fílip, Victor Julien-Laferrière, Günter Klaus, Eddie Daniels, David Gérrier e Yamandu Costa.

Desenvolve atividades como coordenador pedagógico, professor e palestrante em projetos culturais, universidades e conservatórios. Professor visitante da Universidade Federal da Paraíba por dois anos, contribuiu para a consolidação da recém-criada Orquestra Sinfônica da UFPB.

Marcos Arakaki é regente associado da Filarmônica de Minas Gerais e colabora com a Orquestra desde 2011, com destacada atuação nos concertos para formação de público. É autor do livro A História da Música Clássica Através da Linha do Tempo, lançado em 2019.

Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Criada em 2008, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais se apresenta regularmente em Belo Horizonte. Em sua sede, a Sala Minas Gerais, realiza 57 concertos de assinatura e 12 projetos especiais. Apresentações em locais abertos acontecem nas turnês estaduais e nas praças da região metropolitana da capital. Em viagens para fora do estado, a Filarmônica leva o nome de Minas ao circuito da música sinfônica. Através do seu site, oferece ao público diversos conteúdos gratuitos sobre o universo orquestral. O impacto desse projeto artístico, não só no meio cultural, mas também no comércio e na prestação de serviços, gera em torno de 5 mil oportunidades de trabalho direto e indireto a cada ano. Sob a direção artística e regência titular do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra conta, atualmente, com 90 músicos provenientes de todo o Brasil, Europa, Ásia, Américas Central e do Norte e Oceania, selecionados por um rigoroso processo de audição.

Reconhecida com diversos prêmios culturais e de desenvolvimento econômico, ao encerrar seus 10 primeiros anos de história, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais recebeu a principal condecoração pública nacional da área da cultura. Trata-se da Ordem do Mérito Cultural 2018, concedida pelo Ministério da Cultura, a partir de indicações de diversos setores, a realizadores de trabalhos culturais importantes nas áreas de inclusão social, artes, audiovisual e educação. A Orquestra foi agraciada, ainda, com a Ordem de Rio Branco, medalha diplomática brasileira cujo objetivo é distinguir aqueles cujas ações contribuam para o engrandecimento do país. Desde a sua criação até o final de 2018, a Filarmônica realizou 818 concertos, apresentando 1051 obras de compositores brasileiros e estrangeiros para mais de um milhão de pessoas. Quase metade desse público pôde assistir às apresentações gratuitamente em praças da região metropolitana de Belo Horizonte e em 104 concertos no interior de Minas.

Sobre a Kinross

A Kinross Brasil Mineração opera a mina Morro do Ouro em Paracatu, no noroeste de Minas Gerais, e integra a Kinross Gold Corporation, grupo canadense com presença na América do Sul (Brasil e Chile), América do Norte (Estados Unidos e Canadá), África (Gana e Mauritânia) e Eurásia (Rússia). Presente em Paracatu desde 2006, a Kinross trabalha por meio de projetos e relacionamentos embasados no respeito e nas premissas da política de investimento social. A empresa trabalha de acordo com padrões internacionais de promoção dos direitos humanos, respeitando a cultura, a história e as particularidades de cada comunidade.

Entre as iniciativas, está o Programa Integrar, criado em 2011, que tem atuações em quatro eixos: Educação, Cultura, Meio Ambiente e Geração de Emprego e Renda. A empresa trabalha ainda com Integrar na Comunidade, com projetos realizados em parceria com moradores dos bairros vizinhos à nossa operação. Na área ambiental, a mineradora realiza diversos projetos, como por exemplo, o projeto de Proteção de Nascentes e Veredas, junto com a ONG Mover, que já preservou mais de 200 nascentes na Bacia do Rio Paracatu - principal afluente do Rio São Francisco - e beneficiou mais de 110 proprietários rurais da região desde 2011. Outros projetos ambientais: doação de mudas nativas, educação ambiental, manutenção de reservas legais e RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural).

Serviço
Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
Turnê Estadual

9 de junho, sábado, às 20h30
Paracatu – Praça da Matriz
Entrada Gratuita
Mais informações no site www.filarmonica.com.br ou (31) 3219-9000
 
Fonte: Personal Press – Assessoria de Imprensa da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

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