11 dez 2015 16h18

Vereador diz que “o problema de Paracatu é a falta de sorte" e a solução é a ação do governo municipal

O Vereador Ragos Oliveira (PT), afirmou durante reunião na Câmara nesta quarta-feira (09/12) que o maior problema no que diz respeito a segurança pública do município e o que ele chamou de “falta de ação do governo municipal com relação ao problema”, é a falta de sorte.

“-Nós demos foi azar, porque desde a saída do ex-Prefeito Almir Paraca, a cidade não tem um governante à altura. Primeiro elegemos Arquimedes que foi a maior e mais desastrosa fase da história de Paracatu, depois veio Vasquinho que maqueou as coisas e agora elegemos Olavo Condé que veio como a esperança da mudança, mas que, até agora não mudou nada.”
Criticou o parlamentar do PT.

Sobre a solução para o problema ou pelo menos a redução da criminalidade,
Oliveira afirmou que a entrada de drogas em Paracatu de forma livre é um dos principais agravantes da violência.  

“-A Droga de Paracatu vem direto do PCC de Brasilia, vem por Cristalina, pela BR 040 e enquanto não tivermos um Prefeito que seja “macho” ou uma mulher de fibra que coloque ordem nas entradas da cidade e fiscalização de pelo menos um guarda na rodoviária nós não teremos resultados e vamos continuar sofrendo com esse mau.”
Disse Ragos que ao final, também deixou seu recado para a população.

“-Não podemos ter um prefeito que tenha relação com pessoas que tem o cordão umbilical ligado ao crime e  como no ano que vem teremos uma eleição, convém chamar o povo para uma reflexão sobre o que realmente Paracatu está precisando.”
 Finalizou o líder do Partido dos Trabalhadores.

O Vereador Cabo Gilvan
(SD), complementou a indignação do colega parlamentar do PT, deixou sua avaliação baseada na sua experiência como Militar.

“-O cidadão de Paracatu tinha a impressão da impunidade, mas hoje é diferente ele tem a certeza da impunidade.”
Afirmou o Cabo Gilvan que finalizou sua fala afirmando que todos tem sua parcela de responsabilidade.  “-Eu fico indignado quando vejo pessoas do executivo municipal falarem que dever da segurança é do estado, mas o município tem a sua parcela de responsabilidade, o executivo tem que entender que tem a sua parcela de culpa sim.”  Finalizou.

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