5 fev 2015 16h18

Será que a sua produtividade aumenta se o WhatsApp ficar fora do ar?

Dizem por aí, que a economia brasileira deve mostrar um crescimento na terceira semana de janeiro de 2015, por um único motivo...  Você imagina qual é?  A interrupção do Whatsapp (você por várias vezes na última semana) e também algumas quedas da rede social facebook e também do instagram.

Isso porque, a produção nacional bateu um recorde assim que as pessoas começaram a trabalhar novamente. Dizem por aí, que o novo ministro da fazenda, deve anunciar em breve o início das pausas de meia hora por dia no Whatsapp.

Calma!
  Calma!  Desespera não! É pegadinha do malandro...

Brincadeiras à parte, essa notícia circulou e foi uma das mais lidas no último final de semana e tem gente que ainda anda compartilhando.

A verdade é que o serviço de mensagens online por celular WhatsApp realmente saiu do ar várias vezes, mas na última semana ficou até 4 horas fora do ar.

As razões da queda do aplicativo ainda não foram totalmente esclarecidas e a internet, é claro, foi à loucura, fazendo com que o termo WhatsApp virasse ”Trending Topic” no twitter em diversas partes do mundo, inclusive no Brasil. Na última vez que uma falha aconteceu a empresa divulgou, também pelo Twitter, uma nota afirmando que estariam experimentando problemas com o servidor.

Mas, voltando à piadinha ou pegadinha que circulou na internet sobre a produtividade e as redes sociais, é
 certo que a evolução da telefonia móvel também acelerou a criação de aplicativos para facilitar a comunicação entre os usuários de celulares e smartphones. Uma dessas ferramentas que tem sido deflagrada pelos quatro cantos é o WhatsApp, onde você pode criar e participar de grupos, compartilhar arquivos de texto, áudios, imagens e vídeos.

Num primeiro momento, o whats app se mostra como um grande aliado da comunicação pessoal e profissional, já que a conexão ocorre de forma instantânea e que não há limite para o número de mensagens enviadas ou recebidas.

Outro ponto positivo é a possibilidade de criação de grupos pode facilitar a conversa com colegas de trabalho por exemplo e a criação de uma boa rede de networking, contribuindo, assim, para a evolução profissional. Os grupos de estudantes também podem migrar para o aplicativo e usufruir da facilidade oferecida para a troca de informações sobre reuniões, provas e encontros.

Mas, porém, contudo, todavia, entretanto, por outro lado, muitas pessoas têm abandonado o aplicativo por conta da enxurrada de mensagens recebidas diariamente – a maioria até sem importância – e pelo aumento desordenado do número de grupos – família, trabalho, escola, entre outros. Essas desvantagens acabam gerando um terceiro ponto negativo listado por quem utiliza o APP: a produtividade, ou a falta de produtividade. Um estudo recente mostra que funcionários perdem até 25 horas por mês acessando a web por motivos pessoais durante o expediente de trabalho.

E agora? Ta aí um problema, afinal de contas, como o patrão vai saber se o funcionário está conversando fiado ou tratando de um assunto profissional?

O problema é que a alienação de algumas pessoas demonstra a supervalorização do virtual em detrimento do diálogo e do convívio com outros indivíduos, o que certamente afeta, de modo negativo, o trabalho e a carreira pessoal. Por isso, antes de usar um aplicativo como esse, é preciso refletir e estabelecer limites a si mesmo, a fim de usufruir apenas das vantagens da ferramenta.

O alto grau de interatividade pode ser bastante prejudicial no trabalho, sobretudo, se o alerta sonoro do aplicativo fica ligado. A chegada constante de mensagens atrapalha a concentração e diminui a produtividade e tende a gerar atrasos e baixa qualidade.

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