25 nov 2013 14h23

Detentos fogem da Cadeia de Cristalina e podem ter fugido para Paracatu

Nove detentos fugiram da cadeia pública de Cristalina, 100 km de Paracatu, na madrugada desta sexta-feira (22). Segundo a Polícia Militar (PM), os fugitivos estão condenados por crimes de estupro, homicídio e tráfico de drogas.
Segundo o major William Efigênio da Silva, comandante da PM de Cristalina, equipes fazem buscas em toda a região. Até esta tarde, nenhum fugitivo havia sido recapturado.
De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária e Justiça (Sapejus), os presos serraram uma das grades da cela. Na sequência, foram até a cozinha do presídio e de lá conseguiram pular o muro que fica nos fundos do prédio.
Devido a proximidade e facilidade de deslocamento para a cidade de Paracatu, considerando também a mudança de estado, Policiais alertam moradores que fiquem atentos.
Durante todo o dia, parentes de detentos buscaram por informações na porta do presídio. “Não sei se ele [seu parente] foi ou se está. Não nos dão informação nenhuma e a gente fica preocupada”, disse a funcionária pública Ana Maria de Lima.
A notícia deixou a estudante Aline Genz apreensiva. O homem que matou a mãe e irmã dela é um dos detentos do presídio e a preocupação da jovem é que ele esteja entre os fugitivos. "Ele pode voltar e perseguir a minha família. Eu fico com medo”, diz a jovem.
O presídio de Cristalina tem capacidade para 12 presos, mas conta atualmente com 35 detentos. O prédio funciona no meio da cidade e gera insegurança a quem vive nas proximidades. A Sapejus informou que abrirá uma sindicância para apurar o caso.
A secretaria informou que os detentos fugitivos são: Edinei Hilder Manoel, Edmilson Negreiro da Silva Lucena, Fernando Cordeiro de Araujo Junior, Maycon Douglas Batista Santos, Paulo Célio Pereira de Souza, Rosimar Elias Rodrigues da Silva, Silvio Santos de Morais, Tiago Freitas Moreira e Washington de Deus Oliveira.

Quem tiver informações sobre o paradeiro deles deve ligar no telefone da delegacia de Cristalina, por meio do número (61) 3612-4220, ou para a Ouvidoria 0800-641-6000, da Polícia Civil 197, e da Polícia Militar 190.
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