21 jan 2011 23h03

Artistas de Rua exibem sua arte em Paracatu

Com olhar despreocupado e trajes surrados, o artista de rua Marco Aurélio negocia suas peças na praça Firmina Santana. Inclinando-se para frente, ele aponta os objetos e explica o que é, como é e como foi feito.

Natural de Brasília, Marco Aurélio não dispensa quem queira conversar. Ao ser indagado se tem um tempinho para falar, o artista sorri e convida para que se aproximem. Sem pressa, ele fala de família, viagens e aspirações enquanto pechincha o preço de suas mercadorias. Perguntado sobre a receptividade do povo paracatuenses, Marco Aurélio respondeu “A cidade é um ouro! O povo daqui é muito hospitaleiro, por isso eu já vim aqui mais de uma vez!”

Em seu artesanato, Marco Aurélio utiliza madeira, porcelana e várias sementes, montando ornamentos, pulseiras e colares.
Para dormir, qualquer lugar vale. O hippie informou que se recolhe em albergues, hotéis e até mesmo na copa das árvores “Com dormir a gente não esquenta não, o negócio é acordar! (risos)”.

Ao final da conversa, Marco Aurélio falou sobre a fórmula que usa para sempre se dar bem “O negócio é ter respeito. Sabendo respeitar, em qualquer lugar que você chegar, será bem vindo. É acreditar em você mesmo e ter fé em Deus”.

Liberdade acima de tudo

Despojado, de sotaque forte e com cabelo dreadlock, o carioca Orfeu se aproximou de nossa equipe. Com um alicate na mão e arame simples na outra, o hippie produzia um ornamento para um casal de compradores e falava sobre sua ideologia.

Quando perguntado sobre o que mais gosta em seu estilo de vida, Orfeu não pensou muito para responder “A liberdade, junto à minha ideologia de paz e positividade para o próximo. É uma coisa que não tem preço. Quanto vale a sua liberdade?”
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