6 dez 14h09

Membros da RCC realizam encontro de oração com recuperandos na APAC de Paracatu

WebReporter
A Renovação Carismática Católica da Paracatu, através dos servos do Grupo de Oração Nossa Senhora do Rosário, realizou no último final de semana (30/11 e 01/12), uma “Experiência de Oração” com os recuperandos do regime fechado e semi aberto da APAC de Paracatu.
O encontro realizado no auditório da entidade teve o propósito de oferecer uma experiência pessoal através das orações e pregações com diversos temas e também possibilitar momentos de formação àqueles que estão buscando a recuperação e reinserção na sociedade.
A Coordenadora do Grupo de Oração Nossa Senhora do Rosário, Lucylaine Alves explica o encontro é “uma oportunidade dos recuperandos se abrirem a uma nova chance de se reconciliarem com eles mesmos e com Deus através do perdão e do amor.”
“-Percebemos que aqueles filhos de Deus, precisam ser curados, sarados e perdoados pois, muitos que ali estavam não tiveram oportunidade de serem amados até mesmo por sua famílias e com as suas más escolhas acabaram também destruindo outras vidas e suas próprias vidas.”  Afirmou Lucilayne
Para os recuperandos, “foram momentos de profunda reflexão, fundamentais para promover mudanças de concepções e aproximar os recuperandos da experiência com Deus. Trata-se de passo essencial para afastar das práticas vivenciadas que levaram ao crime,” afirma o jovem J.G., recuperando do regime fechado.
Sobre a APAC
A Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) é uma entidade civil de direito privado, dedicada à recuperação e à reintegração social dos condenados a penas privativas de liberdade.
A principal diferença entre a Apac e o sistema prisional comum é que, no primeiro caso, os próprios presos (recuperandos) são corresponsáveis pela sua recuperação e têm assistências espiritual, médica, psicológica e jurídica prestadas pelas comunidades. A segurança e a disciplina do presídio são feitas com a colaboração dos recuperandos, tendo como suporte os funcionários, voluntários e diretores da entidade, sem a presença de policiais e de agentes penitenciários.
Além de frequentarem cursos supletivos e profissionais, eles possuem atividades variadas, evitando a ociosidade.
 
Por: Glauber César

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