15 abr 2010 02h13

Continua a novela da Rodoviária, mas Prefeitura diz que obras recomeçam em maio

Além da reforma da rodoviária, outra obra preocupa a população, é da Escola do Bairro Primavera. O engenheiro da Prefeitura, Ildeu Goulart Filho, responsável pelas duas obras, explica, no entanto, que a planilha
da Escola do Primavera teve que ser refeita para reajustar o valor dos investimentos e a obra teve que passar por nova licitação e deve reiniciar em maio. Quanto à Rodoviária, Ildeu Goulart afirmou que a greve na CEF atrasou o pagamento da construtora, a obra parou e o projeto teve que ser reajustado. Nova licitação está senda feita e as obras devem recomeçar também em maio

A demora de conclusão das obras da rodoviária já foi debatida várias vezes, inclusive na Câmara de vereadores, mas até agora, nenhum resultado. A reforma da rodoviária já está caindo no descrédito da população. Já vão para quase dois anos que a obra está em andamento e, de acordo com alguns comerciantes da própria rodoviária, que não quiseram se identificar, a demora vem causando vários transtornos para os usuários.

Como uma das alas do prédio foi interditada, o embarque e desembarque estão sendo feitos em apenas um lado. Outra denúncia é que somente dois banheiros (um masculino e outro feminino) pequenos e sem higiene estão funcionando.

Além disso, os setes guichês das empresas de ônibus continuam funcionando em uma sala improvisada, dividida por madeira, sem nenhum conforto e com iluminação precária.

Faltam ventilação, higiene e, principalmente, segurança, pois os funcionários lidam com dinheiro. Mas, não é só os funcionários dos guichês que estão incomodados.

Os passageiros também têm não conforto e segurança para comprar suas passagens e muito menos um local decente para se acomodar enquanto esperam os ônibus. Outra coisa que irrita os usuários é a cobrança de uma taxa (R$0,50), no ato de aquisição da passagem. Os passageiros argumentam que a rodoviária, no momento, não tem nada a oferecer.

O Secretário de Obras do município, Luís Carlos Adjuto, não quis dar informações mais precisas a respeito do problema, segundo ele pelo fato de ter se afastado da secretaria durante 2009. Foi averiguado, durante a reunião, que a empresa responsável pela obra pediu rescisão de contrato há 2 meses, período em que os trabalhos estão paralisados, por "impossibilidade de execução.

Vale lembrar que no tempo que este “ausente” da pasta da Secretaria, Luis Carlos estava na Secretaria de Transportes e as mudanças só foram feitas devido a lei do “nepotismo”, uma vez que o atual secretário-diretor de obras é parente do prefeito e o ex-secretário, Francisco Andrade Porto, irmão do vice-prefeito.

O vereador Glewton de Sá, presidente da comissão de obras urbanas, disse que o legislativo estará atento ao problema, a fim de dar uma resposta à população.”É nosso dever, como parlamentares, buscar uma resposta para a população, que acaba sendo a maior prejudicada", concluiu Glewton.

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