30 jul 2009 20h17

Paracatu tem umidade do ar próxima a de desertos

WebReporter
O paracatuense está sofrendo com a baixa umidade do ar na cidade. Ontem o nível foi de 22% e hoje gira em torno dos 23%, média muito baixa e considerada crítica por especialistas.

A baixa umidade do ar pode acarretar na desidratação do corpo, com a perda de grande quantidade de água, através da evaporação da pele, deixando essa ressecada. Outros problemas surgidos com a desidratação são as coceiras, vermelhidão e inflamação (reação da pele para proteger o organismo contra a poeira do ar, bactérias e outras substâncias químicas danosas à saúde). A baixa umidade pode prejudicar também as vias respiratórias.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a umidade tolerável é de até 48%, sendo a de 60% a ideal para o funcionamento do corpo.

Os médicos dizem que o meio da tarde é o momento mais crítico para o sistema respiratório por causa de dois fenômenos: é nesse período do dia que os termômetros registram as temperaturas mais altas e a concentração de umidade do ar atinge o nível mais baixo.

É importante uma atenção redobrada com as crianças e os idosos.

Em desertos são registradas umidades abaixo de 20%, ou seja, Paracatu está apenas 2% a cima desse nível, por isso a sensação de “fritar da pele” quando sai ao sol.

O mais importante nesta época é se proteger contra o sol e se hidratar com freqüência tomando muita água. Durante a noite é importante colocar uma bacia larga com água ou uma toalha molhada no quarto, para aumentar a umidade do ambiente.

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