13 mai 2009 12h18

Prefeitura e Conselho do Patrimônio Histórico se mobilizam em busca de recursos junto ao IPHAN

WebReporter
A Secretária da Cultura de Paracatu, Marina Cunha, acompanhada de membros do COMPHAP (Conselho do Patrimônio Histórico) estiveram na última semana na Sede do IPHAN em busca de parcerias, convênios e o apoio do órgão Federal para a construção e reforma de diversas construções em Paracatu, entre elas, o Museu do Ouro, o Conservatório Musical, a sede do Arquivo Público Municipal e principalmente a reforma da Igreja Nsa Sra do Rosário.

Em um momento em que juntaram forças a Igreja, o Poder Público e a Comunidade, juntamente com a intervenção de várias autoridades, a Comissão foi recebida pelos principais nomes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Brasil.

Segundo Marina Cunha, a iniciativa visa principalmente uma autorização para as obras pois quando se trata de edificações tombadas pelo Patrimônio Histórico, mesmo com disponibilidade de mão de obra e recursos financeiros e parceria, nada se pode fazer sem o acompanhamento daquele órgão. “- Além da garantia de um trabalho profissional e minuncioso, o IPHAN envia técnicos que nos dão uma verdadeira consultoria não só na reforma, mas também na conservação do patrimônio” Nos disse a Secretária.

Juntamente com um representante da Comunidade Nsa Sra do Rosário, a Secretária entregou um documento ao Presidente Nacional do IPHAN, Dr. Luiz Fernando de Almeida e ao Superintendente de Minas Geral Sr. Leonardo Barreto, que se prontificaram a reanalisar a situação e a proposta de parceria e contra-partida do município.

Em se tratando de obras prioritárias, a Igreja Nossa Senhor do Rosário dos Pretos, que foi fundada em 1744 e é um dos mais belos cartões postais de Paracatu, está correndo risco de ir ao chão devido aos inúmeros problemas na sua estrutura, rachaduras e ataque de cupins no altar estilo Barroco. Problemas estes causados pela ação do tempo e pela falta de manutenção nestes quase 3 séculos da Igreja.

Segundo Leonardo Barreto, as dificuldades são grandes principalmente quando não se tem um referencial na localidade, para acompanhamento das obras. "A verba disponibilizada para o Brasil não garante a conservação e muito menos a reforma de todo o Patrimônio Histórico do Brasil, por isso, damos preferência aos Municípios que apresentam suas contra-partidas e co-responsabilidade no trabalho." Acrescentou o superintendente do IPHAN.



Fonte: Conselho da Comunidade do Rosário
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